quarta-feira, maio 09, 2012

Um recado para o meu último amor.

Quatro meses.
Há dois dias atrás, completou quatro meses que você me deu o penúltimo adeus.
Não consigo esquecer aquela tarde do dia Sete de Janeiro, quando você foi lá despedir-se de mim pela penúltima vez. Não consigo me esquecer o que você me disse "você achou mesmo que eu iria embora sem te ver? Não eu não faria isto" e me deu um abraço.
Por fora estava tão forte igual uma rocha, mas por dentro tudo ficou tão frio.
O meu coração estava tão despedaçado.

Os meus dias eram tão torturosos V., que só conseguia pensar no final de semana, pois você estava nele;
No dia 14 de Janeiro, foi o dia da sentença final. Tudo acabou.
Você sumiu.
Eu sumi.

Foi no dia catorze que você me deu o primeiro beijo. Foi o dia da indecisão.
Foi o dia que você me mostrou que poderia ser diferente em vários aspectos, mas talvez você me mostrou que fosse mais um. Talvez, estar com você, foi um choque que eu realmente precisei.

Desde então os meus dias tem sido terríveis e não consigo tirá-lo da minha cabeça.
Você mexeu com meu mundo e a minha vida mudou.
Eu mudei. Mudei demais.
Acredito que ter gostado de você me trouxe somas. Trouxe inspirações para os meus dias. Até hoje sinto os sons das batidas dos eu coração e da sua respiração. A coisas que você me fez reviver foi a minha paixão pela fotografia e tenho feito isto com maior freqüência.
Estes dias sem você, sem saber o que você faz, como você está tem sido complicados.
Acredito que com você, me achava a pessoa mais poderosa deste mundo. Eu tinha você todos os dias, eu tinha o seu sorriso....

Mesmo você tendo me mostrado algumas coisas, V., eu lhe desejo o melhor.
Desejo o melhor duas vezes mais a mim, pois ter que arrancá-lo do meu coração tem sido um sofrimento todos os dias.
Todos os dias, preciso matar uns duzentos leões para viver sem você... é tão dificil olhar o céu, ouvir algumas canções e me lembrar de você.
O amor é uma merda. Ele te destrói em vários sentidos.

Gostaria que aquele dois de janeiro voltasse, para te abraçar de novo e que as borboletas voltassem ao meu estômago. Elas me fazem falta.

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